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O que? Promotora é contra cassação do prefeito Rubem Firmo "preso" acusado de mandar matar Ivanildo Paiva



 A população de Davinópolis, e do Maranhão estão sem entender porque a promotora Nahyma orienta a não cassação de Rubem Firmo e ameaça legislativo

Publicado em 11/2/2019
Edição André Gomes 

É que no dia 25.01.2019, a Promotora de Justiça, Nahyma Ribeiro Abas, enviou a casa legislativa do Município de Davinópolis uma recomendação de cancelamento de uma audiência pública que iria discutir o pedido de licença e cassação de Rubem Firmo que está preso acusador de mandar matar o Prefeito Ivanildo Paiva.

 Além de recomendar a não realização de sessão legislativa para discutir a cassação de mandato de Rubem Firmo, a Promotora de Justiça Nahyma, ameaçou os vereadores com ação de improbidade administrativa caso violassem sua recomendação.

Em diversas reuniões e entrevistas concedidas nas TVs locais, a Dr, Nahyma tem se manifestado que é contra a cassação do mandato de Rubem Firmo e que não descartou a possibilidade do prefeito preso voltar ao cargo. “Se ele for solto volta ao cargo pois ele ainda é prefeito”, esclareceu a promotora.

Tal posicionamento revoltou a população de Davinópolis o qual quer que novas eleições sejam realizadas no município. Atualmente o cargo de prefeito está sendo ocupado pelo presidente da Câmara de Vereadores, Raimundo Nonato de Almeida Santos (PRB), que assumiu interinamente a posição no último dia 1º de janeiro.

Não é a primeira vez que a Promotora de Justiça, Nahyma Ribeiro Abas tem cometido exageros em suas condutas. No ano de 2018, acusou o magistrado JOAQUIM DA SILVA FILHO de uso de servidoras da prefeitura de Imperatriz para fins de ‘natureza particular’ e que foi alvo de ação civil pública por improbidade administrativa julgada improcedente pelo Juiz de Direito Adolfo Pires da Fonseca Neto em 17.10.2018.
O Respectivo caso foi intensamente divulgado na época pela imprensa local envolvendo inclusive os nomes de ex-prefeito de Imperatriz (MA), Sebastião Madeira (PSDB) e do o ex-procurador-geral do município, Gilson Ramalho de Lima.

O magistrado não deixou barato e adentrou com ação de danos morais  contra a Promotora Nahyma junto a 3ª Vara Cível o qual pleiteia o reconhecimento da injusta acusação e indenização pelos danos morais sofridos.

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