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O primeiro e maior desafio do governo Bolsonaro


Guedes: reforma da Previdência é o primeiro e maior desafio, o novo ministro afirmou que a “previdência, privatizações e a simplificação do sistema tributário” serão os pilares da gestão da pasta

Publicado em 2/1/2019
Thais Skodowski, do R7 com Agência Estado 
Edição André Gomes 

Paulo Guedes recebeu o cargo nesta quarta-feira (2) Foto: Sergio Moraes/Reuters 

O novo ministro da Economia, Paulo Guedes, recebeu dos ex-ministros Esteves Colnago — do Planejamento — Marcos Jorge— da Indústria — e Eduardo Guardia — da Fazenda, na tarde desta quarta-feira (2), o cargo de comandante do Superministério criado pelo governo de Jair Bolsonaro.

Guedes começou o discurso falando que não existe um “superministro”, pois acredita que ninguém sozinho vai resolver os problemas do Brasil.

O ministro também destacou que a previdência no Brasil hoje é uma "fábrica de desigualdades" e, por isso, é necessário aprovar a reforma.

“Quem julga tem as maiores aposentadorias e, o povo brasileiro, as menores”, disse o ministro.

“É o primeiro e maior desafio a ser enfrentado. Se for bem-sucedida (...) nós teremos dez anos de crescimento sustentável”, complementou.

"Se abrir economia sem reforma (da Previdência), tem que falar 'corre que o chinês vai te pegar'", brincou o ministro.

Ele afirmou que a “previdência, privatizações e a simplificação do sistema tributário” serão os pilares da gestão da pasta.

Excesso de gastos

Guedes, por várias vezes, criticou o descontrole dos gastos públicos, o que chegou a chamar de “mal maior”. "O diagnóstico tem que começar pelo controle de gastos. Não precisa cortar dramaticamente, é não deixar crescer no ritmo que crescia", afirmou.

O novo ministro afirmou que a questão fiscal sempre foi o calcanhar de Aquiles do País e reforçou que o teto de gastos é fundamental, mas é necessário fazer as reformas para que ele se sustente. "O teto sem parede de sustentação cai. Temos que aprofundar as reformas que são as paredes", completou.

Guedes alertou que, após experimentar a hiperinflação, o Brasil está agora à sombra de uma "falsa tranquilidade", com estagnação econômica. "Estamos em momento de calmaria. As expectativas são favoráveis. Mas há uma hora que tem que ser enfrentado o fenômeno fiscal. A hora é agora", completou.

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