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Jornalista Bruno Florentino é vítima de armação em julgamento político e midiático em Estreito


Pessoas que lhe acusaram nunca foram ouvidas em juízo 

Publicado em 13/12/2018
Edição André Gomes

O jornalista e diretor do Jornal Impresso O Portal, Bruno Florentino, foi vítima de um julgamento político e midiático no tribunal da cidade de Estreito – MA. Desde o ano de 2016 o jornalista sofre “campanha difamatória” por conta de uma armação política que aconteceu no ano de 2015, meses antes das eleições municipais quando ele seria candidato. O fato ocorreu por conta de uma armação política, planejada e arquitetada pelos seus adversários políticos da cidade. 

Entenda o caso

No ano de 2015, época em que ocorreram as acusações, Bruno Florentino, atendeu, sem maldade, o convite de duas garotas de Estreito para sair em uma bebedeira. O passeio incluiu volta de lancha e rodadas de cervejas, tudo pago com o dinheiro do Bruno. 
"Isabela Marçal passou o dia inteiro na curtição com Bruno. Mesmo assim acusou o jornalista de ter subtraído seu celular. Isabela nunca prestou depoimento em juízo para elucidar as acusações"

Ao final do encontro, em uma conveniência em Estreito, as "supostas vítimas” que passaram o dia bebendo e se divertindo às custas do Bruno, lhe acusaram de ter subtraído seus celulares. (estranha essa acusação, já que depois de um dia todo que passaram juntos, ele ser acusado de ter subtraído um celular de valor bem inferior ao dele e com a tela trincada, ou seja, sem valor). 
"Ana Polaro mentiu em juízo afirmando que não conhecia Bruno. No dia do episódio ela estava com o jornalista na bebedeira e acusou-lhe de ter subtraído celular em um conveniência em Estreito. A mesma e autora do vídeo que foi gravado para difamar o jornalista"

Desde então, o jornalista por ser conhecido e ser político, vem sofrendo acusações, sendo que em momento algum do julgamento as mesmas pessoas que lhe acusaram nunca prestaram depoimento em juízo para confirmar tais imputações em desfavor do mesmo. Por diversas vezes o juízo de Estreito expediu cartas precatórias a outras comarcas a fim de ouvir as supostas vítimas para buscar, sobretudo, a verdade real sobre o caso, mesmo assim nunca às encontraram, deixando bem claro que tais acusações não são verdadeiras. Além da falta de provas, as supostas vítimas desapareceram e não foi possível cristalizar a denúncia por elas feitas.

Recurso 

Bruno Florentino foi condenado pela pela corte de Estreito, mais vai recorrer da decisão e continuará se esforçando e lutando nos tribunais para provar que não cometeu “nenhuma ilicitude”.

“Ninguém está acima da lei, mas ninguém está abaixo da lei. O jornalista Bruno Florentino sempre cooperou plenamente com o andamento do processo judicial, deixando claro para todos e principalmente a justiça que desde quando iniciou a batalha judicial foi o único a procurar a justiça para poder provar sua inocência, através de depoimentos e testemunhas, diferente de seus acusadores que até hoje nunca se apresentaram e estão imunes da lei e das cortes da justiça. Este julgamento teve um impacto enorme na família de Bruno, sem deixar de mencionar sua mãe, seu pai, suas irmãs que o conhecem e sabem de sua índole. Bruno Florentino responde processo criminal por um suposto furto de celulares em uma conveniência em Estreito desde o ano de 2016 ano este que era pretenso candidato às eleições.

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