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Maranhense é morta com mais de 20 facadas pelo marido no DF


Corpo de maranhense morta a facadas pelo marido no DF foi sepultado nesta quarta-feira em São Luís

Publicado em 29 de agosto de 2018
Do blog de Gilberto Lima
Edição André Gomes 

O corpo da maranhense Maria Regina Araújo, de 44 anos, assassinada com mais de 20 facadas pelo marido no Distrito Federal será sepultado por volta de 10h da manhã desta quarta-feira (29) no cemitério do Tibiri, na Zona Rural de São Luís.

O corpo de Maria Regina chegou em São Luís por volta de 15h desta terça-feira (28) e está sendo velado na Rua Nossa Senhora do Carmo, no bairro Coroadinho, nas proximidades da feira.
O velório de Maria Regina Araújo está sendo realizado na Rua Nossa Senhor do Carmo, no Coroadinho

O crime ocorreu por volta de 20h30 do último domingo (26) dentro residência da vítima, na Quadra 1, Conjunto B na Fazendinha, em Itapoã, no Distrito Federal, na presença de uma filha de 8 anos, e foi praticado por Eduardo Gonçalves de Sousa, que continua foragido. Os dois moravam juntos há 12 anos, mas a vítima havia decidido pela separação.

De acordo com informações de um dos filhos de Maria Araújo, que estava na casa de um vizinho no momento do crime, o assassino resolveu fazer um churrasco e convidou amigos da família. Quando todos já haviam saído, ele resolveu praticar o crime, que teria sido premeditado, golpeando Maria Araújo pelas costas, sem nenhuma chance de defesa, na presença da filha do casal.
Eduardo Gonçalves de Sousa, o assassino, continua foragido

Um dos filhos, de 22 anos, ainda chegou a travar luta corporal com o assassino que continuava com a faca em punho e ameaçou matá-lo também. O outro, de 19 anos, ainda o agarrou na saída, juntamente com outras pessoas, mas o criminoso conseguiu escapar e se embrenhou em uma mata localizada na região.

O assassino chegou a pedir R$ 10 mil para sair de casa 

Segundo relato de familiares de Maria Regina, ela já vinha tentando se separar de Eduardo Sousa por causa dos constantes desentendimentos e agressões verbais. Um dos filhos disse que nunca havia presenciado algum tipo de agressão física, apenas ameaças verbais. 

O assassino chegou a pedir R$ 10 mil para deixar a casa da vítima. Depois de muito esforço, ela conseguiu a quantia exigida, mas, no momento em que foi fazer a entrega, ele desistiu e disse que preferia continuar morando com Maria Regina.
Medida protetiva negada

Dez dias antes de morrer Maria Regina Araújo, denunciou Eduardo Sousa à polícia. A vítima teve o pedido de medida protetiva negado pelo Juizado de Violência Doméstica e Familiar Contra a Mulher do Paranoá.

A decisão foi da juíza substituta Eugênia Christina Bergamo Albernaz, dia 16 de agosto. A magistrada destacou que Maria Regina afirmou viver uma relação conturbada com Eduardo. “A requerente relata não ter um relacionamento amistoso com o atual companheiro, em razão das constantes brigas do casal, ao longo dos 12 anos de relacionamento, motivo pelo qual teria sido supostamente injuriada e ameaçada pelo requerido, em 12 de agosto de 2018”, pontuou.

A juíza assinalou, porém, que não vislumbrava, em um primeiro momento, “iminente prejuízo à vítima (…), uma vez que, considerando a narrativa dos fatos, infere-se que o objeto do conflito entre as partes está relacionado à eventual separação ou dissolução de união estável, devido ao desgaste do convívio matrimonial, que devem ser judicializadas perante o juízo competente (Vara de Família), não incidindo, assim, as circunstâncias que autorizam a aplicação da Lei nº 11.340/2006 (Maria da Penha)”, completou.

Ainda segundo o despacho, a juíza alegou não haver elementos probatórios com relação à denúncia feita pela vítima. Eugênia Albernaz lembrou que ficou clara a vontade da mulher de separar-se do companheiro.

Ao indeferir o pedido, a magistrada determinou que a vítima fosse orientada a procurar um advogado, a Defensoria Pública ou núcleo de assistência judiciária gratuito mais próximo de sua residência para que se informasse acerca das condições do divórcio ou reconhecimento e dissolução de união estável.

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