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Polícia Rodoviária Federal volta a divulgar balanço: 556 trechos de rodovias continuam bloqueados em todo o país nesta segunda


Número é praticamente o mesmo aos 554 trechos de sábado, antes de governo ter feito nova proposta para acabar com a greve de caminhoneiros.

Por G1
Publicado em 28/05/2018 
Edição André Gomes 

Mapa mostra estados com bloqueios de caminhoneiros em rodovias federais (Foto: Alexandre Mauro/G1)

As medidas anunciadas na noite de domingo (27) pelo presidente Michel Temerpara tentar acabar com a greve de caminhoneiros não resultaram em redução de bloqueios nas rodovias federais, revelam novos dados divulgados pela Polícia Rodoviária Federal.


Havia, às 14h de segunda (28), 556 trechos bloqueados em todo o país, dois a mais do que os 554 informados na noite de sábado (26), antes de a nova tentativa de acordo com os caminhoneiros ter ocorrido.

Segundo a PRF, a maioria dos bloqueios é parcial e não causa prejuízo aos veículos não envolvidos nas manifestações.

A polícia diz que 727 foram liberados desde o início da greve, na segunda-feira da semana passada (21), até as 8h desta segunda.

Entidades

Ao menos cinco entidades de caminhoneiros ouvidas pelo G1 nesta segunda-feira (28) dizem que aceitam a proposta feita pelo governo para encerrar a greve que já dura 8 dias. Elas afirmam que estão comunicando os grevistas sobre o fim do movimento.

Outras entidades e lideranças, como a Confederação Nacional dos Transportadores Autônomos (CNTA) e o Sindicato Interestadual dos Caminhoneiros Autônomos, não tratam a paralisação como encerrada. Outros representantes ainda afirmam que nem todas as reivindicações foram atendidas. Ainda há protestos pelo país.

Neste domingo (27), o presidente Michel Temer anunciou a redução de R$ 0,46 no litro do diesel por 60 dias, o estabelecimento de uma tabela mínima dos fretes e a isenção da cobrança de pedágio para eixo suspenso de caminhões vazios, em rodovias federais, estaduais e municipais.

O ministro Carlos Marun (Secretaria de Governo) disse não haver previsão de quando a paralisação dos caminhoneiros irá acabar, porque não há uma liderança única do movimento. "São vários líderes. Ouvimos vários desses líderes e, do que ouvimos, elaboramos essa pauta que nós entendemos que atende aos pleitos dos caminheiros e fomos ao máximo do que o governo poderia ceder", disse.

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