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Secretário de Transito de Imperatriz não comparece à Câmara de Vereadores


Andre Gomes
Publicado em:22.03.2018

Mudança na rua D. Pedro II

Leandro Braga foi aguardado até as 9h. Não foi, nem deu satisfação ao Parlamento Mirim

Na manhã desta quinta-feira (22) deveria ter acontecido na Câmara Municipal de Imperatriz, audiência pública com participação do Secretário Municipal de Trânsito e Transportes (SETRAN), Leandro Braga, que ficou de ir até a Casa de Leis às 8h. Os vereadores o aguardaram até 9h, mas não houve o comparecimento, nem justificativa. É necessário que seja apresentado o projeto feito para o trânsito de Imperatriz e que de forma repentina, já foi colocado em prática. Isso tem fundamental importância, para que a Câmara não seja forçada a fazer uma legislação proibindo esses tipos de decisões arbitrárias, sem ouvir a população.

Em conformidade, os membros da Câmara concordam que por mais que se tenha feito um estudo, nada pode ser realizado de forma tão repentina. “Nenhum gestor pode agir sem dialogar com a comunidade, de forma arbitraria e unilateral. Vivemos em uma democracia e tudo deve ser discutido com a população. Todos os vereadores lamentam muito o que a prefeitura está fazendo. Estão criando uma grande complicação para as pessoas”, disse Carlos Hermes.

“Os vereadores já tem uma opinião: Que se anule o que foi feito na rua D.Pedro II. Em plena crise, estão matando os comerciantes. Condomínios, moradores, atrapalhando até uma faculdade. Deve-se fazer um planejamento, junto com a população”, comentou Ricardo Seidel.

Segundo o vereador Fábio Hernandez, um ato administrativo Unilateral desta natureza deve ser revogado imediatamente, pois a comunidade e os comerciantes estão passando por um tormento desnecessário. E informou que essa situação de não comparecimento do secretário é tão grave, que se a Câmara fosse levar ao pé da lei, geraria um ato de improbidade, que pode impedir o agente de assumir cargo público por até 8 anos.

O vereador João Silva foi mais duro, e afirmou que: “Tem mais carros saindo que entrando por aquela via e só quem não conhece Imperatriz toma uma decisão dessas, passando por cima do poder público, e por cima do interesse do povo que é quem manda. O principio da impessoalidade diz que não devemos fazer para nós, mas para o povo. Se o povo não quer, como iremos ser contra?”. O experiente parlamentar disse que Secretário não pode estar acima da casa de leis. É um colaborador dos poderes ligados a administração pública, e que vereadores são eleitos democraticamente, estão a serviço do povo e são pelo povo. “Secretario é convocado e não comparece. A sessão começou 8h e ele nem apareceu, nem se justificou. Nós representamos o povo”, finalizou.

Ditola fez a denúncia de que só iria ser iniciada a fiscalização na próxima segunda, mas pelo motivo de alguns moradores terem demonstrado sua insatisfação numa rádio, começaram a multar ainda ontem. “O secretário deu a ordem por que disse que bateram nele. Era pra ser uma ação educativa e já começaram a multar ontem, isso é gravíssimo”. Informou.

Bebé Taxista também fez uso da palavra e afirmou que a situação é muito complicada. “Devemos parar de só parabenizar, vamos cobrar também dos secretários, alguns nem recebem vereadores. Devem respeitar a Câmara. Secretários dando chá de cadeira em vereadores, isso vai acabar. Não legislamos para a prefeitura, fazemos isso é para a população”.

O presidente da Casa José Carlos Soares comentou sobre as padarias, açougues, quitandas e farmácias que acumulam prejuízos desde que essa mudança foi iniciada: “A rua estava a dez anos sem acidente e ontem foram registrados dois graves. Isso é um descaso com a sociedade e o povo, um absurdo. A Câmara deve ser ouvida, junto com a população”. Segundo ele, nunca viu o poder público dificultar e complicar a vida da sociedade e de uma cidade toda desse jeito.

No fim da audiência o requerimento foi aprovado e encaminhado ao executivo, dando o posicionamento da Câmara: Que não quer, nem aceita a mudança de via tão importante desta forma, ou de qualquer outra, pois está evidenciado que isto prejudica a população.

Sidney Rodrigues - ASSIMP

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