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Robinho é condenado a nove anos de prisão por violência sexual em grupo


O atacante Robinho, do Atlético, foi condenado a nove anos de prisão por crime de violência sexual em grupo. A pena foi estabelecida por Mariolina Panasiti, que preside a 9ª vara do tribunal de Milão, na Itália. O caso ocorreu em 22 de janeiro de 2013, quando o atacante defendia o Milan.

Segundo informações da agência de notícias Ansa e outros veículos de comunicação da Itália, Robinho foi condenado por abusar de uma jovem albanesa de 22 anos. O tribunal considerou que o atacante participou do ato ao lado de outras cinco pessoas.

O atacante do Atlético pode recorrer em seguidos níveis na Justiça italiana. Enquanto a condenação final não é determinada, a pena não é aplicada. Com isso, ele responde o caso em liberdade.

Por meio da advogada Marisa Alija, Robinho se posicionou oficialmente sobre o caso.

“Sobre o assunto envolvendo o atacante Robinho, em um fato ocorrido há alguns anos, esclareço que meu cliente já se defendeu das acusações, afirmando não ter qualquer participação no episódio. Todas as providências legais já estão sendo tomadas acerca desta decisão em primeira instância”, diz a nota, que também foi publicada nas redes sociais do jogador. O Atlético, por sua vez, informou que não se manifestará publicamente.

Histórico

De acordo com o a matéria do ‘Corriere dello Sport’, Robinho conheceu a jovem albanesa em um jantar, em Milão. Na ocasião, o atacante estaria com amigos e a própria esposa, Vivian Guglielmetti. Esta teria sido a noite do estupro coletivo. Segundo o portal, a denúncia foi feita tempos depois.

Robinho respondeu pelo caso em 2014 em investigação conduzida pelo vice-procurador Pietro Forno e pela promotora Alessia Mel, que também ouviram a jovem. O Ministério Público da Itália chegou a decretar a prisão do jogador. A juíza Alessandra Simion, no entanto, rejeitou o pedido por considerar que não havia risco de nova ocorrência.

À época, a assessoria de comunicação de Robinho divulgou uma nota para se defender das acusações e classificar como ‘irresponsáveis’ as publicações na imprensa nacional e internacional.

“Diante das informações envolvendo o jogador de futebol Robson de Souza (Robinho), noticiadas irresponsavelmente hoje nos meios de comunicações da Itália, e replicadas no Brasil sem qualquer apuração quanto à sua veracidade, Robinho afirma que não tem qualquer participação no episódio mencionado. Todas as providências legais já estão sendo tomadas”, lê-se na nota.

Em 2009, Robinho teve o nome envolvido em outra situação parecida. À época, o atacante, que defendia o Manchester City, foi acusado de estupro por uma jovem. O caso teria ocorrido em uma boate em Leeds, na Inglaterra. A investigação policial, entretanto, apurou os fatos e determinou a inocência do jogador.

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