GERAL

GERAL/style

POLICIAL

POLICIAL/style

Mobilização do PR em Santa Inês atrai milhares de partidários e simpatizantes

Tasso e Perillo abrem mão de candidatura, e Alckmin aceita ser presidente do PSDB

Plenário derruba veto do prefeito Assis Ramos por 13 votos a 6

Acompanhe as principais notícias sobre política em Imperatriz

Confira a lista de concursos e seletivos abertos no Maranhão

Juro Zero

Juro Zero

POLÍTICA

POLÍTICA/style

ESPORTE

ESPORTE/style

CULTURA

CULTURA/carousel

OPORTUNIDADES

EMPREGO/block

Decretada a prisão de Pedro Teles, irmão do deputado estadual Rigo Teles


Decretada a prisão de Pedro Teles, irmão do deputado estadual Rigo Teles; ele foi condenado a 21 anos de prisão

Pedro Teles é acusado de ter encomendado a morte do trabalhador rural Miguel Pereira Araújo, o Miguelzinho, que teria invadido terras do empresário em Barra do Corda.

Os desembargadores da 2ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA) determinaram a prisão do empresário Pedro Teles, filho do ex-prefeito Nenzim, de Barra do Corda, e irmão do deputado estadual Rigo Teles.

“Considerando a orientação firmada pelo Plenário do STF, nos autos do Habeas Corpusnº 126.292, Rel. Min. Teori Zavascki, ratificado nas medidas cautelares nas ADCs nº 43 e 44, de relatoria do Min. Marco Aurélio, e ainda, reafirmada em sede de repercussão geral, nos autos do ARE 964.246, Rel. Min. Teori Zavascki, após esgotadas as instâncias ordinárias de julgamento, expeça-se mandado de prisão e guia de recolhimento provisória em desfavor do embargante”, decidiu a desembargadora Ângela Maria Salazar.

Pedro Teles é acusado de ter encomendado a morte do trabalhador rural Miguel Pereira Araújo, o Miguelzinho, que teria invadido terras do empresário em Barra do Corda. O crime ocorreu em 1997. Ele foi condenado a 21 anos de prisão, no dia 5 de março de 2013, e recorria em liberdade até o trânsito em julgado da sentença.

Ele foi condenado pelo juiz José Ribamar Goulart Heluy Júnior, titular da 4ª Vara do Tribunal do Júri. Na mesmo julgamento, também foram condenados Moises Alexandre Pereira e Raimundo Pereira, acusados de executar o crime. Cada um pegou 17 anos de prisão.

Nenhum comentário